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O dilema de Roger Machado para Grêmio x Cruzeiro no domingo

O grande dilema de Roger Machado parece no meio-campo para enfrentar o Cruzeiro. Parece que é apenas uma dúvida quanto a um jogador ou outro, mas é muito mais do que isso. Escolher entre Campaz e Bitello também significa determinar a postura da equipe em relação aos mineiros.

O Cruzeiro mudou os nomes quanto ao time que derrotou o Grêmio no dia 8 de maio, sem alterar o conceito e o sistema tático de jogo. Continua a usar três defensores que driblam lá atrás no começo da jogada e exploram as costas do adversário, com uma bola longa na diagonal. Mantém uma linha de quatro no meio-campo, e as alas são mais extremas que as laterais.

Um deles era o ex-Guarani Matheus Bidu, que era muito agressivo no ataque. No jogo mais recente, o outro é o meio-campista Daniel Junior, de 20 anos, que em maio fez novo contrato até 2025. No meio, há dois meio-campistas, ex-Grêmio Machado e Neto Moura.

Este quarteto se junta três atacantes. Dito isso, o Cruzeiro normalmente empurra os adversários para trás e ataca sua última linha de defesa com cinco jogadores. Foi o que aconteceu no jogo do Mineirão. Biel e Elias tornaram-se marcadores, passando mais tempo a ajudar os laterais do que a atacar.

Naquela tarde, Roger usou o meio-campo ao lado de Villasanti, Bitello e Lucas Silva. Em termos de características, Lucas Leiva e Lucas Silva são jogadores mais posicionados. Bitello e Villasanti são mais de movimentação, mas não têm as características de atacante que o jogo exige. Campaz, ainda abaixo das expectativas na fase técnica, é um jogador mais agressivo que poderá ajudar Guilherme e Biel mais adiantado na batalha contra os zagueiros do Cruzeiro.

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